Deputado estadual Vinícius Louro (PR) 
Em discurso na tribuna, na manhã desta quinta-feira (30), o deputado estadual Vinícius Louro (PR) voltou a fazer cobranças ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Desta vez, o parlamentar criticou as obras do viaduto da BR-135, no município de Bacabeira. Ele afirmou que o comércio da cidade ficou prejudicado por conta das obras.

“Não é justo o que fizeram com Bacabeira. Antes, a rodovia levava progresso à cidade, que era parada obrigatória para um café, um almoço, compras. Hoje, o povo que vive do comércio está sofrendo e não consegue vender mais nada naquela cidade. Precisamos do superintendente para esclarecer quanto custou aquele viaduto. Nesse dia, trarei um engenheiro para explicar como se refaz uma obra gastando menos”, disse.

Vinícius Louro usou,como exemplo, as obras realizadas em São Luís pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior. “O atual prefeito de São Luís fez obras de retornos e rotatórias gigantescas que resolveram problemas como no Bacanga e na entrada de São Luís, gastando bem menos. Ao contrário de gestões anteriores, quando cada obra custava milhões aos cofres públicos. Portanto, o DNIT precisa arrumar um meio de recompensar a população de Bacabeira, de favorecer aquele povo que anda triste por ter perdido uma renda significativa”, ressaltou.

O parlamentar pediu que órgãos fiscalizadores como o Ministério Público Federal (MPF) investiguem os milhões investidos em obras derecuperação de rodovias no Maranhão. Conforme Vinícius Louro, as estradas continuam em estado de calamidade. “Como é que milhões de reais caem nessas empresas para construírem estradas federais no Maranhão e as mesmas não prestam? Será que está havendo rateamento desse recurso que vem para cá?”, questionou.

Por fim, o deputado afirmou que, na condição de parlamentar, continuará cobrando do DNIT mais celeridade e compromisso com as obras efetuadas no Maranhão. “Jamais me cansarei de falar. Eu estou sendo apenas uma voz, pois a responsabilidade é dos deputados federais. Mas eu, enquanto cidadão maranhense, não posso me calar, pois tenho uma representatividade popular e, por isso, continuarei cobrando”.

Da Assessoria 

Leila Martins

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